Posso perde uma batalha, mas não desisto da luta


São Paulo, 27 de outubro de 2016, as 00:24.

Bom galera, devido o meu trabalho, e o fato de está sem internet banda larga em casa, as postagem serão um pouco mais demorada, mas continuarei postando. Também continuarei (a medida do possível, é claro) atendendo pedido de postagem. Quer ver alguma postagem aqui no blog, faça o seu pedido por e-mail, pelo meu Facebook, ou por comentários aqui mesmo no blog.
Quero agradecer a todos que tem acompanhado o blog ao longo do tempo, muito obrigado mesmo.

Forte abraço

DJ Dejota



domingo, 20 de maio de 2012

Anicéto- O partido alto de Aniceto e Campolino- 1977

Aniceto de Menezes e Silva Júnior o Aniceto do Império (Rio de Janeiro, 11 de março de 1912 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 1993) foi um dos fundadores da escola de samba Império Serrano.
Sua data de nascimento oficial é 22 de março, devido à demora de seus pais, o estofador e lustrador Aniceto de Menezes e Silva e a dona-de-casa Crispiana Braga de Menezes da Silva, em registrá-lo.

Aniceto de Menezes e Silva Jr nasceu no bairro do Estácio.
Devido à sua facilidade de expressão, seus professores consideravam que ele prejudicava as aulas, devido a suas intervenções acima da média das de seus colegas. Deixou os estudos em 1926, antes de completar o primário. No Império Serrano, onde teve o cargo de orador oficial da escola.
Aniceto dividia sua vida entre o samba e o Cais do Porto, onde era estivador e o líder do Sindicato dos Arrumadores. O Cais do Porto era uma área de malandragem, onde vários sambistas trabalhavam, por serem de origem negra ou pobre. Aniceto se reunia com os outros sambistas, depois do horário do trabalho, para cantar sambas batucadas ou duros, sempre terminando num gostoso partido alto, com o destaque do próprio, que mandava seus versos de improviso, que eram admirados por todos os presentes[1]).
Pouco antes de morrer, Aniceto foi entrevistado para o documentário Fio da Memória. Tratava-se da sua última performance, pois quando lhe perguntaram sobre o seu estilo de samba baseado em improviso (Partido Alto), começou a compor versos em ritmo de entrevista, encabulando o repórter, que por sua vez, preferiu mudar de assunto. Foi-lhe indagado sobre sua doença - diabetes -, ele deixou entender que não se lamentava, e até deu graças a Deus por isso. Como justificativa finalizou dizendo: "Ele (Deus) sabe o que faz e eu não sei o que quero".
Já cego, faleceu em 1993.

Músicas deste disco

01- Segredos de Tia Romana
02- Quem tem, tem
03- Um bocadinho só
04- Mocinho Cantador
05- Na Volta do Novelo
06- Zé Ciumento
07- Raize da África
08- Indesejável Mulher
09- Atrox Cativeiro
10- Maria Sara
11- João do Rosário
12- Vacilação não dá pé

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